Mostrando postagens com marcador humano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador humano. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de abril de 2018

Pensando em si - Um auto dialogo de confiança - Elank Lewer.


.
AUTO PENALIZAÇÕES E POSIÇÕES EGOICAS!
Arruda, Elvio Antunes de

Choque de tendências no autodiálogo pode levar o ser a abusar de parques emocionais, e desencontrar-se em constante fuga – Elank Lewer.

Em acordo com  que fomos ensinados ou captado na estruturação do  eu, podemos adquirir e sofrer nefastas influências de fundo emocional. Esse emocional comanda a mente e a mente fica emocioguiada pelos sentimentos cerceadores do pensar. Assim, intelecto e emoção ficam enlatados no ser.

Fico imaginando quanto sofrimento pessoas vítimas destes aprendizados. Com doutrinações desviadas, perdem o comportamento reflexivo. Ex: atitudes auto penalizantes diante do sentimento de culpa! Impostos por autoridades, que deveriam ser desautorizadas a isto.

Vezes expressas de forma agressiva a si e a outros. A insuportável carga de angústias, ansiedades, depressões  e outros derivados emocionais e intelectuais fundamentados nestes conceitos distorcidos. Causando graves moléstias psicossomáticas.

Como citado pelo pensador: indefinições e conflitos vários podem levar o ser humano a buscarem fugas a parques emocionais e imaginários e mesmo memoriais, perante o desequilíbrio frente ao presente, frente a si, frente ao mundo.

Infelizmente vezes o ser gera tendências autodestrutivas e com tais disposições convivem ou são cerceadas pelas mesmas. Quantas procuram vitimar-se, reclamarem de agressão, uma busca constante a sentirem-se agredidas, bloqueadas e apontando referências negativas.

Almejando “mesmo de forma inconsciente” certo alívio da culpabilidade auto imposta, um alívio psicoemocional diante dos conflitos perante um auto diálogo conflitante, gerando uma luta desgastante diante deste fato. Treinando revides, digladiando com fantasmas estabelecidos durante a vida.

Fluindo  também uma baixa autoestima, em certos momentos respirando certo alívio até mesmo por encontrar ou buscar o pior no alheio para uma melhor equalização, um equilíbrio do auto desencontro e carência interior.

Infelizmente muitos sendo conduzidos a desistência de si.

Penso que a primeira conscientização é buscar o sentido do pensar, uma boa relação dialógica saudável consigo mesmo, não temer buscar a realidade e sentido, tirar a fuga e partir para a busca, gerar a inversão e  ir ao encontro do auto apreço. Buscar saber que ser previdente é bom, a prudência é ótimo, todavia o medo insano é arrasador na formação da personalidade.

Deixar de lutar em si, contra si! Lutar para si, por si. Sentir a valoração da própria visão de mundo. Acreditar em sua própria reflexão.

Infelizmente muitos neste estagio ao invés de buscar o crescer, desviam também o propósito. Em situações conflitantes, demonstram ironias, risos, escarnecimentos e sem argumentos,  buscam darem o entender que estão numa disposição alegre, e não entendendo que estão mesmo  em uma fuga alegre,  tentando ainda superar a outros pelos meios rasos onde se encontram, persistindo  e permanecendo nas próprias carências interiores.

“A indagação do sentido da vida seja ela expressa ou não expressa, deve ser vista como questão propriamente humana. O questionamento do sentido da vida por isso nunca pode ser em si, digamos, a expressão do doentio do homem; mas é muito mais simplesmente a expressão própria do homem, expressão do que há de mais humano no ser humano” Viktor Frankl

“Quantos seres vazios em si, ainda buscam o pior do alheio na busca do equilíbrio interior – Elank Lewer”

“Educar  é capacitar para não ceder às propostas do caos emocional, optar por uma autocrítica crescitiva, diante de um leque de qualificação” – Elank Lewer “                             

Arruda, Elvio Antunes de
07.04.2017-websete@gmail.com
Elank Lewer


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Liberdade é crer em que se deseja ? - E. Arruda

.
Sempre leio alguém escrevendo.  Crê, então prove !. Como que, se crer, venha a causar ônus "dívida"  a quem tem a liberdade de crer ou descrer, como se isso viesse causar uma culpabilidade, a quem crê sem provas a outro descrê sem provas, este estará isento.
Agora se alguém descrê. Pronto ! Este está desobrigado do reverso, avesso, ou revesso da mesma. E ainda mais, quando não julga-se o mais ufanado sábio, cheio de direitos.
Como se  liberdade de alguém estivesse  atrelada ao julgamento de algum outro. Este descrente é o possuidor da "Cadeira de Juiz". E ainda mais, sempre o mais sábio e inteligente julgador que ja se viu, cheio de razão.
Sabe tudo. mas como disse o pensador "Quem tudo sabe anda muito mal informado" - Millôr. Pois ninguém sabe tudo, o que sabemos "é muito pouco", diante de todas as verdades, mentiras, enganos e realidades que o ser humano  apresenta.
Interessante: Aquele que está assentado na incerteza da dúvida, quer julgar a quem tem certeza, como que  certeza certa ou errada, tirasse a razão de alguém. A liberdade de alguém. Crer traria a obrigatoriedade diante do duvidoso. Crer daria a este, o direito e o grande poder em exigir resposta pela liberdade alheia, se não responder. Não pode ! Preste-me contas. A arte da dúvida é essencial ao ser humano, mas navegar na dúvida como se isto viesse ser a solução é outra coisa. Há caminhos e caminhos, margens e objetivos.
Será que a dúvida traz direito de cobrança, quem tem certeza tem que pagar. O desobrigado exige do obrigado. Tu serás obrigado a responder! e mais: Quanta gente pergunta apenas para saber a reação, porque não quer saber nada, apenas afrontar ao direito alheio e julgar-se dono e possuidor do questionamento,  interrogação. Pois está convencido de ser possuidor da verdade do desconhecimento e este desconhecimento é sua razão, nem que venha ser nula e anuladora.
Como disse o pensador:
"Ama-se a liberdade desde que não venha ser a de outro" Elanklever
Esquecem-se que existe. Razão nula, razão errada, razão falsa, até o desconhecimento do que é razão, pela falta de um bom dicionário.
Muitos julgam que razão é apenas a opinião própria, o egocentrismo. Quantos pensam razão é o direito de ninguém mudar minha opinião, mesmo errada, até deus tem que obedecer minha ignaricidade.
"Quantos e quantos tem plena certeza que a única verdade são os próprios desejos, e ficam a margem da realidade"

"Quantos querem ter liberdade, e não sabe que liberdade é livre, e não se atém a egoncentricas individualidades"                                                   Elanklever
Apenas para reflexão: